
Quatro séculos comprimidos em pouco mais de um quilômetro quadrado. Aqui estão os lugares específicos para ver, na ordem que faz sentido.
Igreja de Santa Rita (1722) — a pequena igreja à beira-mar, famosa nos postais, construída originalmente por escravos libertos. A luz baixa sobre a fachada branca é uma das melhores fotos de Paraty.
Igreja Matriz Nossa Senhora dos Remédios — a igreja principal da cidade, com interior mais simples do que a fachada sugere. Vá cedo para sentar lá dentro antes dos grupos de turistas.
Capela de Nossa Senhora do Rosário — construída por africanos escravizados, com um altar de madeira entalhado que emociona mais do que qualquer alternativa dourada na região.
Casa da Cultura — um museu do patrimônio de Paraty em um casarão de 1754. O pátio interno, nem que seja, já vale a pequena taxa de entrada.
Forte Defensor Perpétuo (1703) — um forte em uma colina acima da cidade, reconstruído em 1822 diante da iminente independência. Caminhada fácil de 20 minutos para uma vista completa da baía.
Caminho do Ouro — a trilha restaurada que sai da cidade subindo a serra. Você anda o quanto quiser; o primeiro quilômetro de mata fechada é lindo.
Praça da Matriz — a praça principal, com a Matriz de um lado e as ruas de pedra irradiando ao redor. É por aqui que toda caminhada deve começar.
Ilha do Araújo — a ilha habitada mais próxima da baía, a 15 minutos de escuna. Famílias pescadoras vivem ali; e alguns poucos cozinheiros de quiosque também.
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